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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sumário Volume 3 - Conheça seu corpo

DE QUE SOMOS FEITOS?

Prática 01        O Microscópio ......................................        08
Prática 02        Repetindo Robert Hooke .......................      11
Prática 03        As macrocélulas ...................................         14
Prática 04        Célula da cebola ....................................       16
Prática 05        Células da mucosa bucal ......................        19
Prática 06        A célula é a estrutura básica da vida ....        21

A NUTRIÇÃO

Prática 07        Descobrindo o que consumimos............        25
Prática 08        Identificando o amido da batata ...........       27
Prática 09        O amido em nossos alimentos ..............        29

A DIGESTÃO

Prática 10        Facilitando a ação das enzimas ............        33
Prática 11        Secreção da bile pelo fígado ..................      35

A RESPIRAÇÃO     

Prática 12        Simulando a respiração ........................         38       
Prática 13        Eliminando o gás carbônico (CO2) .......       41       

O SANGUE

Prática 14        As células sanguíneas pelo esfregaço ...        44
A CIRCULAÇÃO

Prática 15        O estetoscópio .......................................       48
Prática 16        No ritmo do coração . ...........................        51
Prática 17        Coração de Mamífero ..........................        54

A EXCREÇÃO

Prática 18        Eliminando o excesso de sais ................       59

O ESQUELETO

Prática 19        Mexendo o esqueleto .............................     

O MÚSCULO

Prática 20        Contração Neuromuscular ...................        

OS NERVOS 

Prática 21        Ato reflexo ............................................      

OS SENTIDOS

Prática 22        Percepção dos gostos ............................      
Prática 23        Sentindo na pele ...................................       
Prática 24        Anatomia do olho .................................       
Prática 25        Os cheiros .............................................       
Prática 26        A voz é o resultado de vibrações ...........     

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
            Relação de consultas bibliográficas ......       

domingo, 17 de junho de 2012

O trabalho em grupo como metodologia para a aula laboratorial


Analisaremos a metodologia de aula prática como exemplo a que aborda o processo experimental em uma relação com o trabalho em grupo.
O trabalho em grupo tem sido utilizado, eficientemente, pelos professores de todos os graus de ensino, inclusive pela professora de Ciências na Escola Estadual Santo Tomaz de Aquino (LACERDA 2003, p. 51). Torna-se então necessário ressaltar a sua importância no laboratório de Ciências, pois ele permite aos alunos desenvolverem experimentações e trabalharem em determinado projeto redescobrindo e resolvendo problemas científicos.
Segundo Fossali, (1983, p. 53), “Além das vantagens já conhecidas do trabalho em grupo, no caso específico do Laboratório de Ciências podem ser citadas, como racionalização de materiais e o desenvolvimento do senso de responsabilidade e cooperação entre os alunos”.

Para o êxito do trabalho em grupo tornam-se necessárias algumas recomendações: a) O trabalho em grupo deve ser bem orientado; b) Cada componente do grupo deve ter a sua função; c) O roteiro de trabalho e os materiais que serão utilizados devem estar prontos antes de cada reunião do grupo; d) Os alunos devem controlar sua voz para que as atividades possam ser desenvolvidas e os demais grupos não sejam prejudicados (Fossali, 1983. p. 53).

No trabalho em grupo os alunos podem ser observados os aspectos físico e didático-pedagógico. Em relação ao aspecto físico deve ser ressaltado o seguinte:
(1) Os grupos podem ser previamente organizados;
(2) É bom que a sala esteja limpa e os materiais em ordem.
Quanto ao aspecto didático-pedagógico devem ser observadas quatro fases no trabalho em grupo: discussão, planejamento, execução e avaliação.

A formação do grupo fica a cargo do professor ou este permite que os alunos se agrupem livremente. Observa-se que a segunda alternativa sempre proporciona um bom resultado. O ideal é um rodízio dos grupos, pois isto permitirá que todos se conheçam e tenham oportunidades iguais. Quando a turma for muito numerosa sugere-se dividi-la em duas (Fossali, 1983. p. 56).

Entre as funções que aparecem na bibliografia, podemos observar todas elas no relacionamento dos próprios grupos no laboratório da Escola Estadual, mas a professora não pré-estabelece estes papeis, deixando a cargo do grupo suas distinções perante as atividades.

Alunos da 7ª série, turma B, onde observamos a distinção e organização dos integrantes do grupo, porém não há uma hierarquia dos papeis, o que predomina é um ambiente de descontração e aprendizado  (Foto Karen Ribeiro de Castro Figueiredo).

 Citaremos baseados nos conceitos de Fossali (1983), visto que adaptamos suas definições:
a) Coordenador – é o encarregado de orientar os trabalhos. Cabe a ele planejar, distribuir equitativamente o trabalho, determinar a sequência e o tempo das apresentações, bem como saber dirigir o experimento de maneira a não parecer superior a seus colegas.
b)  Coletor – é o encarregado de providenciar os materiais (apesar de que todos devem contribuir) colocando-os nos seus devidos lugares, e sendo responsável pela distribuição de tarefas.
c) Avaliador – é o encarregado de observar o desenvolvimento da experiência e o desempenho do grupo registrando o resultado obtido, bem como a produção e andamento de uma experiência que requeira monitoramento.
d) Redator – é o elemento que faz, juntamente com o grupo o relatório final do trabalho para em seguida, apresentá-lo ao professor e a classe.
 
Os alunos que vão desempenhar essas funções podem se revezar, conforme o interesse do grupo e do professor. Sugere-se, também, para facilitar a identificação do grupo, que os alunos dêem nomes a seus grupos. Pode-se adotar nomes de cientistas famosos, siglas ou assuntos relacionados com as ciências (FOSSALI, 1983. p. 56).

REFERÊNCIAS

FOSSALI, Alcione Antônio Cezar. Manual de orientação para o desenvolvimento do currículo de 1º grau – Ciências físicas e biológicas. Fascículo 1 – O laboratório e o jardim de ciências. 2ª Edição. MEC, SEE – MG, 1983. 62 p.

LACERDA, G. A. Relação Ensinar-Aprender-Fazer Ciências no Ensino Fundamental. Trabalho de Conclusão de Curso ou Monografia (Graduação em Biologia - Licenciatura). Divinópolis: Fundação Educacinal de Divinópolis/Universidade do Estado de Minas Gerais, 2003. 89 p. Disponível em: www.guibiologia.com Acesso em 14 Jun 2012